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quarta-feira, 25 de abril de 2012
quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012
terça-feira, 14 de fevereiro de 2012
Greve e comportamento
Sobre greve, preguiça e diferenças comportamentais entre nações. Vale pensar e rever tanto o pensamento quanto as atitudes.
Esse comentário nos foi enviado pelo André Fernandes e faz muuuuuuito sentido compartilharmos aqui.
Você sabe como os funcionários de uma montadora no Japão fazem greve?? Aumentam a produção!!! Se produzem em média 2 peças por hora quando estão greve produzem 4 peças.
Qual será o padrão de qualidade que sairá esta peça?
Quanto a empresa não gastará com recall ou consertos futuros?
Qual será o prejuízo financeiro e para a imagem desta empresa?
No Brasil apenas cruzamos os braços. E o mais prejudicado sempre será o cidadão. Porque hoje em Curitiba muitos não irão trabalhar pela greve dos motoristas e cobradores de ônibus e depois da greve serão descontados de seus patrões porque faltaram o trabalho. E os empresários se derem um reajuste de 7% para seus funcionários podem ter certeza que reajustarão em 8% as tarifas de ônibus.
E se durante a greve ninguém pagasse passagem? Roleta aberta em todos os ônibus?
E se em horários que não são considerados de pico todos os ônibus da frota estivessem na rua?
Será que o prejuízo não seria maior para empresa? Será que a visibilidade que o grevista espera só será alcançada se afetada a vida do trabalhador comum?
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Preconceito: tatuados
Achei muito interessante o post que encontrei por acaso no blog Pin-up Tattoo Niteroi e confesso que fiquei embasbacado em ver que esse tipo de preconceito ainda acontece no mercado corporativo.
Como comentei lá: não tenho certeza mas acho que isso é caso de justiça, afinal, trata-se de preconceito.Assim como anunciar que contrata-se apenas evangélicos, ou que gays não são bem-vindos, ou que mulheres receberam salário menor que os outros que executam e estão registrados da mesma maneira que ela, isso é preconceito!
Vejam o post muito bem posto pelo pessoal da Pin-up e compartilhem suas experiências comentando.
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Tatuagem x Ambiente de Trabalho
A revista Você S/A do mês de janeiro fez uma matéria sobre tatuagens no ambiente corporativo, por favor, passem os olhos na matéria que está anexada abaixo e me digam se não existe uma situação no mínimo contraditória.
Segundo a pesquisa apenas 21% dos entrevistados deixaram de contratar alguém por ser tatuado contra 79% que disseram que tatuagens não são empecilhos no momento da contratação. Apenas 23% dizem que uma pessoa tatuada passa menos credibilidade.
Mas, vamos as entrelinhas, nos próprios depoimentos dados na matéria:
"Se for discreta, a tatuagem não é um problema." José Bueno, diretor de RH do Bradesco(Então quer dizer que só pode ser for discreta? Tattoo é tattoo, discreta, não discreta, pequena, grande, não importa: é tattoo !!!)
"O que realmente complica a contratação no caso de um homem, é se a tatuagem for nas mãos ou no pescoço. Já no caso das mulheres, no braço ou nas pernas." Marcelo dos Santos, gerente de RH do escritório de advocacia Siqueira Castro.(Nas entrelinhas o que me parece estar escrito é: pode ter tattoo, mas desde que ela não seja aparente para agredir os nosso olhos cheios de preconceito. Esse gerente ainda vai além, dividindo homens e mulheres. Por que os homens podem tatuar os braços, mas as mulheres não? Se esse depoimento não é preconceito puro eu não entendo mais o conceito de preconceito)
Me desculpem, mas só pelos depoimentos acima podemos ver que lá fora no asfalto quente corporativo não funciona como os "politicamente corretos" números da entrevista. Eles falam que as tatuagens não são problemas na hora da contratação, muito menos na hora da promoção de funcionários competentes, mas todos nós sabemos que são sim. Afinal, ter uma tatuagem que se possa esconder pode, mas quando é visível demais, grande demais não pode?
Acordem, infelizmente, o preconceito está aí !!!
Tatuado é tatuado, não importa se é uma estrelinha escondida e pequena ou se tem um braço fechado. Tatuagem não muda caráter e não avalia competência.
Torço para que um dia isso tudo acabe e que realmente o preconceito com tatuagens no ambiente de trabalho seja zero.
daqui: pinuptattooniteroi
quinta-feira, 26 de janeiro de 2012
Especialista da área
Siiiiiim! Eu já fui obrigado a executar as paranóias de um médico filho de uma p_ _ _ que pensa que é Deus! Se vocês vissem o que saiu aquela merda de trabalho, entenderiam meu desespero e vontade de colocar laxante (para não ser agressivo demais nas palavras) na comida desse maldito antes dele entrar em uma palestra daquele congresso.
Falidos sejam os dirigentes de empresas que se mostram incapazes e cegos pelo dinheiro em não negar tamanhas exigencias sem nexo do que alguns alienados e prepotente pedem para serem executadas.
"- Tô pagando!
- Então enfia esse dinheiro no rabo porque isso aqui não é chiqueiro para executar tamanha porquice!"
O bom profissional faz questão de ter um briefing completo em mãos para propor para seu cliente algo FUNCIONAL e BONITO;
O mal funcionário apenas executa o que te pedem, pouco lixando-se se apontaram no mercado as peças porcas criada pela empresinha de fundo de quintal criada pelo fulaninho pau mandado que parece que fez o cursinho de coréu* por correspondencia e se entitula "dezainer"...
Estou tão enojado com a banalização da classe que nem sei como terminar o post.
VALORIZEM-SE, SEUS PU_ _ _!!! ESTUDARAM PRA QUÊ, CAR_ _ _ _???
Falidos sejam os dirigentes de empresas que se mostram incapazes e cegos pelo dinheiro em não negar tamanhas exigencias sem nexo do que alguns alienados e prepotente pedem para serem executadas.
"- Tô pagando!
- Então enfia esse dinheiro no rabo porque isso aqui não é chiqueiro para executar tamanha porquice!"
Uma empresa boa propõe materiais de qualidade para seu cliente;
A péssima só executa para ver o dinheirinho muito mal pago rodando na conta;O bom profissional faz questão de ter um briefing completo em mãos para propor para seu cliente algo FUNCIONAL e BONITO;
O mal funcionário apenas executa o que te pedem, pouco lixando-se se apontaram no mercado as peças porcas criada pela empresinha de fundo de quintal criada pelo fulaninho pau mandado que parece que fez o cursinho de coréu* por correspondencia e se entitula "dezainer"...
Estou tão enojado com a banalização da classe que nem sei como terminar o post.
VALORIZEM-SE, SEUS PU_ _ _!!! ESTUDARAM PRA QUÊ, CAR_ _ _ _???
quarta-feira, 11 de janeiro de 2012
segunda-feira, 9 de janeiro de 2012
GTA paulistano
"Um administrador de empresa sai de casa com um pistola automática e munições nas mãos. Roubou carros e bateu mais de uma vez, atirou aleatoriamente nas pessoas e nos veículos que trafegavam pela zona sul de São Paulo e sumiu, deixando para trás dois baleados, automóveis destruídos e paulistanos em pânico."
daqui: folha|uol
Pergunta: Quem de vocês mandou o chefe pra casa do _ _ralho, HEIN??
Interpretação de expressão: segunda-feira
Sabe quando você perde a hora na segunda-feira e sua mulher (ou ma-mãe) vem te cutucar para te acordar?
Pois é...
O que o gato disse nesse momento?
quarta-feira, 21 de setembro de 2011
Homem morto trabalha por uma semana
(Notícia do New York Times) Os Gerentes de uma Editora estão tentando descobrir, porque ninguém notou que um dos seus empregados estava morto, sentado à sua mesa há 5 dias. George Turklebaum, 51 anos, que trabalhava como Verificador de Texto numa firma de Nova Iorque há 30 anos, sofreu um ataque cardíaco no andar onde trabalhava (open space, sem divisórias) com outros 23 funcionários. Ele morreu tranquilamente na segunda-feira, mas ninguém notou até ao sábado seguinte pela manhã, quando um funcionário da limpeza o questionou, porque ainda estava a trabalhar no fim de semana. O seu chefe, Elliot Wachiaski, disse: 'O George era sempre o primeiro a chegar todos os dias e o último a sair no final do expediente, ninguém achou estranho que ele estivesse na mesma posição o tempo todo e não dissesse nada. Ele estava sempre envolvido no seu trabalho e fazia-o muito sozinho.' A autópsia revelou que ele estava morto há cinco dias, depois de um ataque cardíaco.
SUGESTÃO: De vez em quando acene para os seus colegas de trabalho. Certifique-se de que eles estão vivos e mostre que você também está!
SUGESTÃO: De vez em quando acene para os seus colegas de trabalho. Certifique-se de que eles estão vivos e mostre que você também está!
MORAL DA HISTÓRIA: "Não trabalhe demais. Ninguém nota mesmo..."
terça-feira, 20 de setembro de 2011
terça-feira, 30 de agosto de 2011
segunda-feira, 29 de agosto de 2011
segunda-feira, 4 de julho de 2011
Ofença para iniciar a semana
Você, pobre designer filho de uma puta, tirou grana do rabo para pagar seus 4/5 anos de faculdade, vendeu o corpo para dar continuidade em uma pós graduação direcionada à sua área (design), chega na porra daquele muquifo que você tem que chamar de emprego, e antes mesmo das 10 horas da manhã escuta a seguinte frase daquela toupeira gananciosa que você chama de chefe:
- Ô Gelarldo, sabe aquela arte que você fez na sexta-feira? Então, a médica que não sabia o que queria mostrou as duas opções de arte para O FILHO DELA que está ES-TU-DAN-DO DESING para ele avaliar. Logo, não dê continuidade nas outras peças. Vamos aguardar o retorno deles.
- Ô Gelarldo, sabe aquela arte que você fez na sexta-feira? Então, a médica que não sabia o que queria mostrou as duas opções de arte para O FILHO DELA que está ES-TU-DAN-DO DESING para ele avaliar. Logo, não dê continuidade nas outras peças. Vamos aguardar o retorno deles.
OB-SER-VA-ÇÕES:
1- O trabalho executado na sexta-feira foi mais um job abraçado em carater de EMERGÊNCIA (urgência não existe mais nessa joça, quem dirá, um trabalho com um cronograma planejado);
2- PRA AJUDAR A PROSTITUIÇÃO DA MINHA ALMA AO SATANÁS, o DES-GRA-ÇA-DO do meu chefe é tão cego por dinheiro que INCAPAZ (essa palavra define MUITO a estrutura deste local) de defender OS SERVIÇOS DA PRÓPRIA EMPRESA, ou seja, ao invés dele vestir a camisa da própria empresa e falar "Ô delícia! A minha empresa seleciona profissionais competentes já graduados e com um bom tempo de experiência na área, por favor, não diga mais uma coisa dessa q vc ofende o trabalho que executamos aqui.", o PUTO que se vende de qualquer jeito simplesmente manda um OK para o ES-TU-DAN-TE de design;
3- Se o filho daquela puta é bom o suficiente para criticar o trabalho de um profissional graduado e experiênte mesmo AINDA ES-TU-DAN-DO design, porque o desgraçado não cola aquela bunda de auxiliar de estagiário em uma cadeira e faz a merda da campanha?
É isso aí, segunda-feira! Me molesta e me assedia logo de cara!
segunda-feira, 27 de junho de 2011
terça-feira, 21 de junho de 2011
Sobre o Merda que trabalha na sua agência
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| img daqui |
Eu, sem entender, comentava com amigos sobre as enrascadas que caía para resolver a falta de competência do sujeito, e todos me diziam: “- Pô, na minha agência tem um cara igual e passo pelos mesmos problemas”. Mas será que toda a empresa tem essa carta na manga? Um funcionário que acaba se destacando (será?) entre os outros, mesmo sendo aquém que a média?
Eu não sei.
Um amigo (CEO de agência) me deu a seguinte opinião: “- Normalmente os caras bons recebem propostas que as agências não conseguem – ou normalmente não querem – cobrir e eles vão embora. Já os mais superficiais ficam, pois precisam do emprego, e anos depois são bem vistos (graças a pseudo-fidelidade e ao conhecimento adquirido depois de tanto tempo fazendo a mesma coisa). Se torna o cara que “nunca largou a empresa”, que “entende de todo o processo” e que “inspira confiança” pro chefe. Pronto! Vira diretorzão.”
Outra teoria que ouvi é que, para algumas empresas, é bom ter um cara assim. Normalmente eles são tradicionais e relutantes com as novas idéias. São adeptos da “fórmula que já funciona”. E isso segura a molecada que chega mordendo mesa e com vontade de revolucionar o mundo. A empresa fica em uma zona de conforto, não se arrisca muito e mantém o negócio caminhando. Devagar e sempre.
Mas particularmente não tomei partido. Discordo que (todo) funcionário com tempo de casa é fraco. Generalizar é sempre uma merda. Da mesma forma, não acredito que toda empresa quer ser tradicional. Afinal, não é revolucionando e buscando melhorias em produtos e serviços que elas se mantém vivas!? Anyway: Embora o Sr. Merda da minha história tenha me causado péssimas noites de trabalho na agência, limpando bosta dos corredores, prefiro acreditar que eles não passam de casos pontuais nas empresas. E que ainda assim, nos dão a possibilidade de ir além.
Primeiro, por uma questão pessoal: Provar para si mesmo que seu trabalho tem qualidade e profundidade suficiente para ir além do que determinaram para (leia-se: limitaram) você. Segundo, por uma questão ética: Fazer com que o Sr. Merda aceite e reconheça que suas idéias realmente propõem soluções inovadoras, sem passar por cima dele. E por último, por uma questão de trabalho em equipe: Não é porquê o Sr. Merda é ruim em uma coisa (e até já te prejudicou por isso), que ele é ruim em tudo. Às vezes ele é fraco pra criar, mas pode ser bom para gerenciar, ou para defender idéias… para administrar problemas. Quem sabe?
Sempre acreditei que é possível tirar proveito de todas as situações. E, como já disse Pitagoras, “O Universo é uma harmonia de contrários”. Então… pra que lutar contra a maré, se é possível remar, acrescentar e aprender com ela?
E pra quem nunca viu o Sr. Merda de verdade, vale a risada. :)
daqui: B9
segunda-feira, 6 de junho de 2011
sexta-feira, 3 de junho de 2011
Grosseiro, não
Se você faz o tipo chefe estúpido, saiba que os ataques de diva podem comprometer sua carreira
O publicitário paulista Marcos Le Pera, de 41 anos, era um terror na empresa. Presidente da Le Pera Propaganda, em São Paulo, ele quase nunca estava disponível para os funcionários e, quando se dirigia a alguém, freqüentemente vinha artilharia pesada. Com freqüência ele gritava com a equipe e humilhava os profissionais -- que morriam de medo de chegar perto dele! Marcos encarnava o típico grosseiro corporativo, aquele profissional incapaz de respeitar o próximo, sem educação, que trata todo mundo mal. "São pessoas que geralmente agem como se estivessem no controle da situação, para camuflar a dificuldade de lidar com seus desajustes pessoais, como o medo da competição no trabalho ou a visão distorcida do poder que possui", diz Moacir Carlos Sampaio Silva, coordenador da pós-graduação em Psicologia Social das Organizações do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo.
Comum nas organizações (quem é que nunca topou com um cara assim na empresa?!), esse profissional não passa dos limites apenas com os subordinados. Pares e até superiores são alvos de suas grosserias. E o pior é que quase sempre o raivosinho nem percebe que passou dos limites. "Ele se comporta assim porque não sabe fazer de outra forma. E tende a agir da mesma maneira tanto no ambiente profissional quanto nas suas relações familiares, afetivas e sociais", diz Moacir Carlos. Tanto homens como mulheres fazem parte desse time. A diferença é a forma como cada um se manifesta. Eles reinam no campo das indelicadezas verbais, não poupando termos pesados nem se preocupando em constranger publicamente sua vítima. "Elas não costumam levantar a voz e berrar palavrões. Mas em geral são ardilosas e sabem como colocar o funcionário para baixo com suas atitudes", diz a consultora de recursos humanos Stella Angerami, sócia-diretora da Counselling by Angerami, em São Paulo. Ela lembra que o jeito como um chefe joga o relatório na mesa do funcionário, como deixa de elogiar uma tarefa bem-feita ou dá um jeito de não ter tempo na agenda para comparecer a uma reunião com a equipe são formas de mostrar grosseria sem se exceder nas palavras.
CARREIRA EM RISCO
Há quem argumente que a pressão constante por resultados e a carga exagerada de trabalho, tão comuns no mundo corporativo, são responsáveis pelos acessos de cólera e desrespeito. Ok, isso pode até justificar uma explosão num dia mais difícil. Mas não pode virar rotina. "Quando os problemas gerados pelo temperamento difícil se tornam maiores do que os aspectos positivos da pessoa e o desempenho dela nos negócios, a carreira está sob alerta", afirma a headhunter Andréa de Paula Santos, responsável pela área de Executive Search da consultoria NeoConsulting, em São Paulo. Foi o que descobriu, na prática, o paulista Vagner Aguilar, de 34 anos, diretor de marketing da Bio Ritmo Academia, em São Paulo. Ele conta que nunca estava aberto ao diálogo e, quando algo não saía como queria, expunha os funcionários ao ridículo. A própria equipe reagiu e cobrou uma mudança de comportamento do chefe. E há cerca de um ano uma reformulação na empresa deixou claro que ali não havia espaço para gente grosseira como ele. "Percebi que não estava mais sendo chamado para participar de reuniões estratégicas porque sabiam que eu tinha pouco a acrescentar ao coletivo." Depois de um período de revolta por se achar vítima de perseguição, Vagner resolveu mudar. "Ainda tenho que melhorar, mas aprendi a me relacionar e percebi que ninguém faz uma empresa sozinho."
O publicitário Marcos Le Pera também caiu em si depois de perceber que amigos, parentes e funcionários estavam se afastando dele. "Com ajuda de meditação e filosofia, aprendi a canalizar minha agressividade para o bem. Em vez de surtar diante de um erro, por exemplo, ouço o que a pessoa tem a dizer." Sorte de Marcos e Vagner, que acordaram em tempo. Em alguns casos, as tais grosserias corporativas não só comprometem a carreira e as relações pessoais como vão parar no tribunal. "Toda manifestação de desrespeito pode virar um caso de assédio moral, desde que se torne repetitiva e evidencie a intenção de constranger ou humilhar", alerta o advogado Luis Felipe Tenório, do escritório Barbosa, Müssnich & Aragão, do Rio de Janeiro.
BOAS MANEIRAS CORPORATIVAS
Sete dicas sobre como você deve se comportar no ambiente de trabalho e evitar ataques de grosseria:
1. Imponha limites.
Há momentos em que vida pessoal realmente não pode se misturar com o trabalho. Você não pode descarregar seus problemas particulares nos colegas de trabalho.
2. Mude seu discurso.
Em vez de esbravejar algo como "Já disse isso mais de mil vezes", diga "Acho que não me expressei bem", por exemplo. Ou "Talvez eu possa te ajudar" no lugar de "Você não entende nada mesmo".
3. Peça desculpas.
Pode não resolver a questão, porém demonstra respeito e consciência do próprio erro. E, se o constrangimento que motivou o pedido de desculpas foi público, retrate-se também diante da equipe.
4. Conheça a equipe.
É preciso estar ciente das qualidades e limitações de cada membro para saber a quem delegar cada tarefa, evitando desentendimentos e constrangimentos, e otimizando a produção.
5. Aprenda a ouvir.
Um líder de verdade quer saber o que a equipe tem a dizer sobre sua liderança e como pode melhorar. Marque reuniões periódicas e cobre avaliação.
6. Respire fundo.
Quando perceber que está prestes a explodir no escritório, repita um exercício de meditação que ajuda a esvaziar a cabeça: pare tudo, tome fôlego e conte até 10.
7. Interaja.
Uma pausa para um café ou um bate-papo no corredor é uma ótima desculpa para se aproximar da equipe, trocar idéias com os colegas de trabalho e desanuviar a mente.
daqui: vocesa
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O publicitário paulista Marcos Le Pera, de 41 anos, era um terror na empresa. Presidente da Le Pera Propaganda, em São Paulo, ele quase nunca estava disponível para os funcionários e, quando se dirigia a alguém, freqüentemente vinha artilharia pesada. Com freqüência ele gritava com a equipe e humilhava os profissionais -- que morriam de medo de chegar perto dele! Marcos encarnava o típico grosseiro corporativo, aquele profissional incapaz de respeitar o próximo, sem educação, que trata todo mundo mal. "São pessoas que geralmente agem como se estivessem no controle da situação, para camuflar a dificuldade de lidar com seus desajustes pessoais, como o medo da competição no trabalho ou a visão distorcida do poder que possui", diz Moacir Carlos Sampaio Silva, coordenador da pós-graduação em Psicologia Social das Organizações do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo.
Comum nas organizações (quem é que nunca topou com um cara assim na empresa?!), esse profissional não passa dos limites apenas com os subordinados. Pares e até superiores são alvos de suas grosserias. E o pior é que quase sempre o raivosinho nem percebe que passou dos limites. "Ele se comporta assim porque não sabe fazer de outra forma. E tende a agir da mesma maneira tanto no ambiente profissional quanto nas suas relações familiares, afetivas e sociais", diz Moacir Carlos. Tanto homens como mulheres fazem parte desse time. A diferença é a forma como cada um se manifesta. Eles reinam no campo das indelicadezas verbais, não poupando termos pesados nem se preocupando em constranger publicamente sua vítima. "Elas não costumam levantar a voz e berrar palavrões. Mas em geral são ardilosas e sabem como colocar o funcionário para baixo com suas atitudes", diz a consultora de recursos humanos Stella Angerami, sócia-diretora da Counselling by Angerami, em São Paulo. Ela lembra que o jeito como um chefe joga o relatório na mesa do funcionário, como deixa de elogiar uma tarefa bem-feita ou dá um jeito de não ter tempo na agenda para comparecer a uma reunião com a equipe são formas de mostrar grosseria sem se exceder nas palavras.
CARREIRA EM RISCO
Há quem argumente que a pressão constante por resultados e a carga exagerada de trabalho, tão comuns no mundo corporativo, são responsáveis pelos acessos de cólera e desrespeito. Ok, isso pode até justificar uma explosão num dia mais difícil. Mas não pode virar rotina. "Quando os problemas gerados pelo temperamento difícil se tornam maiores do que os aspectos positivos da pessoa e o desempenho dela nos negócios, a carreira está sob alerta", afirma a headhunter Andréa de Paula Santos, responsável pela área de Executive Search da consultoria NeoConsulting, em São Paulo. Foi o que descobriu, na prática, o paulista Vagner Aguilar, de 34 anos, diretor de marketing da Bio Ritmo Academia, em São Paulo. Ele conta que nunca estava aberto ao diálogo e, quando algo não saía como queria, expunha os funcionários ao ridículo. A própria equipe reagiu e cobrou uma mudança de comportamento do chefe. E há cerca de um ano uma reformulação na empresa deixou claro que ali não havia espaço para gente grosseira como ele. "Percebi que não estava mais sendo chamado para participar de reuniões estratégicas porque sabiam que eu tinha pouco a acrescentar ao coletivo." Depois de um período de revolta por se achar vítima de perseguição, Vagner resolveu mudar. "Ainda tenho que melhorar, mas aprendi a me relacionar e percebi que ninguém faz uma empresa sozinho."
O publicitário Marcos Le Pera também caiu em si depois de perceber que amigos, parentes e funcionários estavam se afastando dele. "Com ajuda de meditação e filosofia, aprendi a canalizar minha agressividade para o bem. Em vez de surtar diante de um erro, por exemplo, ouço o que a pessoa tem a dizer." Sorte de Marcos e Vagner, que acordaram em tempo. Em alguns casos, as tais grosserias corporativas não só comprometem a carreira e as relações pessoais como vão parar no tribunal. "Toda manifestação de desrespeito pode virar um caso de assédio moral, desde que se torne repetitiva e evidencie a intenção de constranger ou humilhar", alerta o advogado Luis Felipe Tenório, do escritório Barbosa, Müssnich & Aragão, do Rio de Janeiro.
BOAS MANEIRAS CORPORATIVAS
Sete dicas sobre como você deve se comportar no ambiente de trabalho e evitar ataques de grosseria:
1. Imponha limites.
Há momentos em que vida pessoal realmente não pode se misturar com o trabalho. Você não pode descarregar seus problemas particulares nos colegas de trabalho.
2. Mude seu discurso.
Em vez de esbravejar algo como "Já disse isso mais de mil vezes", diga "Acho que não me expressei bem", por exemplo. Ou "Talvez eu possa te ajudar" no lugar de "Você não entende nada mesmo".
3. Peça desculpas.
Pode não resolver a questão, porém demonstra respeito e consciência do próprio erro. E, se o constrangimento que motivou o pedido de desculpas foi público, retrate-se também diante da equipe.
4. Conheça a equipe.
É preciso estar ciente das qualidades e limitações de cada membro para saber a quem delegar cada tarefa, evitando desentendimentos e constrangimentos, e otimizando a produção.
5. Aprenda a ouvir.
Um líder de verdade quer saber o que a equipe tem a dizer sobre sua liderança e como pode melhorar. Marque reuniões periódicas e cobre avaliação.
6. Respire fundo.
Quando perceber que está prestes a explodir no escritório, repita um exercício de meditação que ajuda a esvaziar a cabeça: pare tudo, tome fôlego e conte até 10.
7. Interaja.
Uma pausa para um café ou um bate-papo no corredor é uma ótima desculpa para se aproximar da equipe, trocar idéias com os colegas de trabalho e desanuviar a mente.
daqui: vocesa
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E a pergunta que não quer calar: alguém quer arriscar trabalhar com essa pessoa?
quinta-feira, 2 de junho de 2011
Capacitação do funcionário
Pra quê "gastar" dinheiro com isso né?
Depois que SUA empresa vai à falência, não culpe o "mano" do funcionário por conta do seu escorpião no bolso.
Depois que SUA empresa vai à falência, não culpe o "mano" do funcionário por conta do seu escorpião no bolso.
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