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segunda-feira, 30 de janeiro de 2012

Preconceito: tatuados

Achei muito interessante o post que encontrei por acaso no blog Pin-up Tattoo Niteroi e confesso que fiquei embasbacado em ver que esse tipo de preconceito ainda acontece no mercado corporativo.
Como comentei lá: não tenho certeza mas acho que isso é caso de justiça, afinal, trata-se de preconceito.
Assim como anunciar que contrata-se apenas evangélicos, ou que gays não são bem-vindos, ou que mulheres receberam salário menor que os outros que executam e estão registrados da mesma maneira que ela, isso é preconceito!
Vejam o post muito bem posto pelo pessoal da Pin-up e compartilhem suas experiências comentando.


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Tatuagem x Ambiente de Trabalho
A revista Você S/A do mês de janeiro fez uma matéria sobre tatuagens no ambiente corporativo, por favor, passem os olhos na matéria que está anexada abaixo e me digam se não existe uma situação no mínimo contraditória.

Segundo a pesquisa apenas 21% dos entrevistados deixaram de contratar alguém por ser tatuado contra 79% que disseram que tatuagens não são empecilhos no momento da contratação. Apenas 23% dizem que uma pessoa tatuada passa menos credibilidade.

Mas, vamos as entrelinhas, nos próprios depoimentos dados na matéria:

"Se for discreta, a tatuagem não é um problema." José Bueno, diretor de RH do Bradesco
(Então quer dizer que só pode ser for discreta? Tattoo é tattoo, discreta, não discreta, pequena, grande, não importa: é tattoo !!!)

"O que realmente complica a contratação no caso de um homem, é se a tatuagem for nas mãos ou no pescoço. Já no caso das mulheres, no braço ou nas pernas."  Marcelo dos Santos, gerente de RH do escritório de advocacia Siqueira Castro.
(Nas entrelinhas o que me parece estar escrito é: pode ter tattoo, mas desde que ela não seja aparente para agredir os nosso olhos cheios de preconceito. Esse gerente ainda vai além, dividindo homens e mulheres. Por que os homens podem tatuar os braços, mas as mulheres não? Se esse depoimento não é preconceito puro eu não entendo mais o conceito de preconceito)

Me desculpem, mas só pelos depoimentos acima podemos ver que lá fora no asfalto quente corporativo não funciona como os "politicamente corretos" números da entrevista. Eles falam que as tatuagens não são problemas na hora da contratação, muito menos na hora da promoção de funcionários competentes, mas todos nós sabemos que são sim. Afinal, ter uma tatuagem que se possa esconder pode, mas quando é visível demais, grande demais não pode?

Acordem, infelizmente, o preconceito está aí !!!
Tatuado é tatuado, não importa se é uma estrelinha escondida e pequena ou se tem um braço fechado. Tatuagem não muda caráter e não avalia competência.

Torço para que um dia isso tudo acabe e que realmente o preconceito com tatuagens no ambiente de trabalho seja zero.





daqui: pinuptattooniteroi

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Ofença para iniciar a semana

Você, pobre designer filho de uma puta, tirou grana do rabo para pagar seus 4/5 anos de faculdade, vendeu o corpo para dar continuidade em uma pós graduação direcionada à sua área (design), chega na porra daquele muquifo que você tem que chamar de emprego, e antes mesmo das 10 horas da manhã escuta a seguinte frase daquela toupeira gananciosa que você chama de chefe:

- Ô Gelarldo, sabe aquela arte que você fez na sexta-feira? Então, a médica que não sabia o que queria mostrou as duas opções de arte para O FILHO DELA que está ES-TU-DAN-DO DESING para ele avaliar. Logo, não dê continuidade nas outras peças. Vamos aguardar o retorno deles.


OB-SER-VA-ÇÕES: 

1- O trabalho executado na sexta-feira foi mais um job abraçado em carater de EMERGÊNCIA (urgência não existe mais nessa joça, quem dirá, um trabalho com um cronograma planejado);

2- PRA AJUDAR A PROSTITUIÇÃO DA MINHA ALMA AO SATANÁS, o DES-GRA-ÇA-DO do meu chefe é tão cego por dinheiro que INCAPAZ (essa palavra define MUITO a estrutura deste local) de defender OS SERVIÇOS DA PRÓPRIA EMPRESA, ou seja, ao invés dele vestir a camisa da própria empresa e falar "Ô delícia! A minha empresa seleciona profissionais competentes já graduados e com um bom tempo de experiência na área, por favor, não diga mais uma coisa dessa q vc ofende o trabalho que executamos aqui.", o PUTO que se vende de qualquer jeito simplesmente manda um OK para o ES-TU-DAN-TE de design;

3- Se o filho daquela puta é bom o suficiente para criticar o trabalho de um profissional graduado e experiênte mesmo AINDA ES-TU-DAN-DO design, porque o desgraçado não cola aquela bunda de auxiliar de estagiário em uma cadeira e faz a merda da campanha?




É isso aí, segunda-feira! Me molesta e me assedia logo de cara!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

Mulher é filmada dentro de banheiro de empresa

BBB comendo solto nas empresas

Ah não! Agora você não vai me dizer que esse mundo não tá tudo torto, neurótico, cheio de gente safada e, no mínimo, tarada?
Vê se não é pra se ter mania de perceguição dentro de algumas empresas?
Já trabalhei num lugar onde o gordo do chefe usava o sistema de cameras de segurança para dar zoom no computador de seus funcionários e ver o que eles estava fazendo - e era só isso que aquele imbecíl ia fazer lá.

Segurança é uma coisa, agora como você consegue trabalhar em uma empresa que espalha cameras por todo o perímetro do escritório transformando o funcionário em um suspeito vigiado o dia inteiro, incansávelmente?

E OLHA A MERDA QUE ESSA IMOBILIÁRIA (VIANA) FEZ!!!!!!!!!



Mulher é filmada dentro de banheiro de empresa em São Caetano
Empresa teria tentado camuflar a situação retirando a câmera e apagando as imagens


Uma funcionária de uma imobiliária ficou constrangida após uma gravação dela dentro do banheiro ser exibida para toda a empresa, em São Caetano no Sul, na Grande São Paulo. As imagens foram capturadas por uma câmera de segurança instalada no teto do banheiro feminino.

A mulher, que é recepcionista, só descobriu que estava sendo filmada por acaso, porque as imagens passaram pelos monitores da imobiliária. O caso foi parar na delegacia da cidade. Outras duas funcionárias da imobiliária também registraram boletim de ocorrência.

Segundo as funcionárias, a empresa teria tentado camuflar a situação. O equipamento e o fio foram retirados do local e as imagens apagadas do sistema. O teto do banheiro foi consertado.

A administradora da empresa disse que houve um erro na instalação do equipamento, que serviria para a segurança do local.

O advogado da mulher irá entrar com uma ação indenizatória na Justiça.

Assista ao vídeo no link
daqui: notícias r7

Se eu fosse essa mina arrancava as calças desses larápios sem vergonhas!
Imagina que uma camera seria colocada DENTRO - DO - BANHEIRO sem querer. Não tem lógica NENHUMA, mesmo porque assim que ligassem o sistema notariam que tem a porra de uma privada estampada na tela. Porque mantiveram?
E pra assumir que foram safados, quando o B.O. rolou, sairam correndo arrancar o tróço e ainda por cima MAQUIAR O LOCAL ONDE A CAMERA ESTAVA INSTALADA!!!!

Abaixo á safadeza no ambiente de trabalho!
Joga esses caras na justiça !!!!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Políticas e Práticas - Assédio moral | A explosão do 0800

Empresas investem cada vez mais em canais de diálogo, como ouvidorias, para combater a enxurrada de denúncias de comportamentos inadequados no trabalho


ilustração: Nata Metlukh
Funcionando há pouco mais de um ano, a ouvidoria da AeC, empresa mineira de informática, com 14 000 funcionários, recebe cerca de 430 reclamações e sugestões a cada mês. Uma delas, a de um funcionário da área de contact center que reclamava das condições de trabalho, se mostrou preocupante. A ouvidoria apurou que a desmotivação do empregado não vinha do trabalho, mas das frequentes humilhações que sofria de seu chefe imediato.

“A vítima estava tão fragilizada que nem conseguia identificar a origem de seu descontentamento”, segundo apurou a ouvidoria da AeC. Quando os maus-tratos do gestor foram comprovados, ele foi demitido. Do episódio, ficou a iniciativa da AeC em criar o programa de aconselhamento “Fale, estou te ouvindo!”, com o objetivo de conscientizar chefes e subordinados sobre o assédio moral e desestimular abusos. A exemplo da AeC, cada vez mais empresas estão criando canais de diálogo, com ouvidorias e telefones 0800, para acolher denúncias de comportamento inadequados.

Uma maneira de combater e de se proteger contra o aumento de casos configurados como assédio moral que vão parar na Justiça no Trabalho. Dados do Ministério Público do Trabalho da 2ª Região, que abrange a Grande São Paulo, revelam que as autuações para investigação de denúncias de assédio moral no trabalho chegaram a 216 no ano passado, só abaixo do número recorde registrado no ano anterior (220).

Somente o Tribunal Superior do Trabalho julgou 656 processos de assédio moral em 2010, 44% a mais do que no ano anterior. Além das denúncias, cresceu o número de acordos trabalhistas: foram alcançados 32 Termos de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC) no ano passado, o dobro de 2009. Ao assinar um TAC, a empresa se compromete a adotar providências destinadas a eliminar e prevenir atos de assédio em seu ambiente de trabalho.

São fixados prazos para regularização, com acompanhamento e fiscalização. Caso a companhia não aceite firmar o TAC, o procurador pode ajuizar uma ação civil pública. No ano passado, foram ajuizadas sete ações civis de casos de assédio moral no trabalho na Grande São Paulo.

Fala que eu te escuto
Como consequência do aumento dos processos e dos acordos trabalhistas, as empresas se veem pressionadas a investir em canais de comunicação que ajudem a resolver problemas comportamentais antes que o caso vá parar na Justiça — e o rombo financeiro seja inevitável. Entre as 150 melhores empresas para trabalhar, publicadas no Guia VOCÊ S/A-EXAME, o número de ouvidoria cresceu de 107, em 2008, para 112 no ano passado.

Em janeiro deste ano, foi a vez dos principais bancos do país (Bradesco, Itaú, Santander, HSBC, Citi, Votorantim, Safra, BIC Banco e Caixa Econômica Federal) firmarem um acordo com os bancários para combater os casos de assédio moral. Os empregados dessas instituições passarão a ter, nos locais de trabalho e no sindicato, canais de comunicação para denunciar anonimamente os episódios de humilhação sofridos por subalternos.

Um acordo necessário e inteligente, visto que os bancos são os maiores alvos de denúncias desse tipo. Bradesco e Santander, por exemplo, já foram condenados a pagar gordas indenizações por abusos morais a ex-funcionários. Apesar de fora do acordo, o Banco do Brasil também conta com uma ouvidoria interna para tratar do assunto. “Temos visto uma melhora considerável com as ações da ouvidoria interna de mediação de conflitos e busca da melhoria do clima organizacional”, diz José Roberto Mendes do Amaral, gerente executivo da diretoria de relações com funcionários do Banco do Brasil.

As investigação de denúncias de abusos no banco são feitas pela ouvidoria interna, que consulta as equipes locais sobre o histórico de clima organizacional e dos profissionais. Os grupos que cuidam do clima organizacional da localidade são as Equipes de Comunicação e Autodesenvolvimento (Ecoa), enquanto as gerências de gestão de pessoas se encarregam da averiguação do histórico profissional do denunciado.

Quando a reclamação é procedente, o caso é levado para o comitê estadual da ética, composto por funcionários locais e pela gerência de pessoal. “O funcionário acusado pode receber sanções que vão desde a perda de comissão, advertências e até demissão”, afirma Amaral. Nos casos mais leves, o acusado é encaminhado para treinamentos internos.

Paralelamente, as gerências de pessoal realizam pesquisas periódicas de clima organizacional no local onde ocorreram as denúncias. “Às vezes, o próprio acusado percebe que precisa de ajuda”, dizAmaral. O banco não divulga o número de casos de assédio registrados, mas afirma que eles estão diminuindo a cada ano. “Em uma empresa com 110 000 colaboradores, há todo tipo de temperamento e comportamento”, diz Amaral.

Para o executivo, o discurso dos acusados de que eles precisam cobrar metas e resultados da equipe não justifica o assédio moral. “O banco não discorda das cobranças, e sim da forma como elas são feitas”, diz. “O gestor precisa saber fazer isso com todo o respeito e sem praticar assédio moral ou qualquer desvio de conduta comportamental.”

Instrumento de apoio

Na AeC, o combate aos focos de assédio moral foi reforçado com a criação da ouvidoria e do código de ética interno a partir de outubro de 2009. Elaborado com a ajuda da ouvidoria, o código possui recomendações como responsabilidade, gentileza e respeito, essenciais a um comportamento civilizado nas organizações. As denúncias de assédio, no entanto, só ganharam força com a criação do programa “Fale, estou te ouvindo!”.

O colaborador foi incentivado a procurar a ouvidoria com a garantia de sigilo e de que todas as denúncias seriam apuradas. “Somente quando o funcionário teve tranquilidade para nos procurar é que fomos detectando vestígios de assédio moral”, diz Monica Figueiró, ouvidora da AeC. “Em um ano, descobrimos três casos em que as pessoas envolvidas foram desligadas”, afirma.

Na seguradora MetLife, das sete denúncias de comportamentos inadequados recebidas em 2010, um terço se referia a assédio moral, segundo o diretor de recursos humanos da empresa, Jair Pianucci. “São casos isolados. O funcionário entra consciente de que precisa respeitar o código de ética”, afirma. A MetLife possui quatro canais de comunicação com os empregados para receber denúncias de violações aos códigos de ética e compliance.

São dois telefones 0800 e dois endereços eletrônicos tanto no Brasil como na matriz da companhia, nos Estados Unidos. Se o colaborador quiser ligar direto para a matriz norte-americana, haverá intérpretes de português do outro lado da linha. Para o diretor da MetLife, o tema assédio moral deve fazer parte da cartilha de comprometimento ético da companhia.

O código de conduta da empresa é padronizado nos 60 países em que atua, mas tem conteúdo local próprio, que se sujeita às leis locais. Há capítulos que tratam dos assédios moral e sexual e de toda ordem, e anualmente os 700 colaboradores brasileiros devem dar ciência do conteúdo do código. “Onde há um processo sério para tratar do assunto, o volume de incidência é baixo, e vice-versa”, diz Pianucci.

O combate ao assédio moral depende de uma ação firme da cúpula da companhia. Para a médica do trabalho Margarida Barreto, coordenadora nacional da Rede Nacional de Combate à Violência Moral do Trabalho (Redecom-VMT), o compromisso com o relacionamento prof issional sadio deve partir da alta administração. “É preciso deixar claro para todos os trabalhadores, do alto da hierarquia ao chão de fábrica, que não se tolera o uso da força para práticas autoritárias no ambiente de trabalho.

daqui: voces/a

terça-feira, 14 de junho de 2011

Assédio no trabalho

Estou empenhado nesse assunto. Pra piorar o meu desanimo encontrei mais algumas informações importantíssimas sobre assédio moral e notei que assim como eu, muita gente passa por isso e não se manifesta!

Veja alguns exemplos (e grave-os!):
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Assédio Moral ou Sexual

A violência moral e a sexual no ambiente do trabalho não são um fenômeno novo. As leis que tratam do assunto ajudaram a atenuar a existência do problema, mas não o resolveram de todo. Há a necessidade de conscientização da vítima e do agressor(a), bem como a identificação das ações e atitudes, de modo a serem adotadas posturas que resgatem o respeito e a dignidade, criando um ambiente de trabalho gratificante e propício a gerar produtividade.

Assédio sexual
A abordagem, não desejada pelo outro, com intenção sexual ou insistência inoportuna de alguém em posição privilegiada que usa dessa vantagem para obter favores sexuais de subalternos ou dependentes. Para sua perfeita caracterização, o constrangimento deve ser causado por quem se prevaleça de sua condição de superior hierárquico ou ascendência inerentes ao exercício de emprego, cargo ou função. Assédio Sexual é crime (art. 216-A, do Código Penal, com redação dada pela Lei nº 10.224, de 15 de maio de 1991).

Assédio moral
É toda e qualquer conduta abusiva (gesto, palavra, escritos, comportamento, atitude, etc.) que, intencional e freqüentemente, fira a dignidade e a integridade física ou psíquica de uma pessoa, ameaçando seu emprego ou degradando o clima de trabalho.
As condutas mais comuns, dentre outras, são:

* instruções confusas e imprecisas ao(à) trabalhador(a);
* dificultar o trabalho;
* atribuir erros imaginários ao(à) trabalhador(a);
* exigir, sem necessidade, trabalhos urgentes;
* sobrecarga de tarefas;
* ignorar a presença do(a) trabalhador(a), ou não cumprimentá- lo(a) ou, ainda, não lhe dirigir a palavra na frente dos outros, deliberadamente;
* fazer críticas ou brincadeiras de mau gosto ao(à) trabalhador(a) em público;
* impor horários injustificados;
* retirar-lhe, injustificadamente, os instrumentos de trabalho;
* agressão física ou verbal, quando estão sós o(a) assediador(a) e a vítima;
* revista vexatória;
* restrição ao uso de sanitários;
* ameaças;
* insultos;
* isolamento.

daqui: mte.gov.br
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* instruções confusas e imprecisas ao(à) trabalhador(a); (passo por isso todos os dias. Para concluir, basta verificar a quatidade de refações executadas aqui devido a falta de briefing ou informações passadas "nas coxas")
* dificultar o trabalho;
(falta de informação, "Faz aí" e interrupções no andamento de algum trabalho já iniciado para atender a outro "incendio" abraçado pela empresa encaixam-se nesse quesito)
* atribuir erros imaginários ao(à) trabalhador(a);
("Ah mais eu disse isso pra você!" Exija tudo por e-mail, escrito e registrado. Coisas faladas tendem a te complicarem futuramente)
* exigir, sem necessidade, trabalhos urgentes;
(sistema pastelaria come solto aqui dentro. Não tem planejamento. Só existe a necessidade de abraçar todo e qualquer trabalho que surgir pela frente. O importante é dinheiro entrando na conta deles. Foda-se se a empresa não tem equipe com funcionários suficientes para darem conta do pastel. "Eles que se fodam! É obrigação do funcionário atender as necessidades da empresa!")
* sobrecarga de tarefas;
(aqui eles vêem como castiguinhos)
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Veja mais informações sobre o assunto em nossa tag Assedio Moral.

Castiguinho

Vocês sofrem o bulling do castiguinho sempre que faltam no trabalho por algum motivo - mesmo esse sendo de saúde?
Porque aqui é incrivel cara: você vai parar no hospital, fodido, sem condições para raciocinar e quando volta para o trabalho é metralhado de refações e cornojobs sem dó nem piedade, um em cima do outro e tudo no sistema pastelaria (para serem resolvidos para ontem)?

Depois que você explode alguma coisa, os caras não intende porque!

Mais uma para a listinha de assédios sofridos nessa zona!

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Sobre assédio moral:
- Até pressão por resultado é assédio moral
- Assédio moral: vai deixar quieto?

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Grosseiro, não

Se você faz o tipo chefe estúpido, saiba que os ataques de diva podem comprometer sua carreira


O publicitário paulista Marcos Le Pera, de 41 anos, era um terror na empresa. Presidente da Le Pera Propaganda, em São Paulo, ele quase nunca estava disponível para os funcionários e, quando se dirigia a alguém, freqüentemente vinha artilharia pesada. Com freqüência ele gritava com a equipe e humilhava os profissionais -- que morriam de medo de chegar perto dele! Marcos encarnava o típico grosseiro corporativo, aquele profissional incapaz de respeitar o próximo, sem educação, que trata todo mundo mal. "São pessoas que geralmente agem como se estivessem no controle da situação, para camuflar a dificuldade de lidar com seus desajustes pessoais, como o medo da competição no trabalho ou a visão distorcida do poder que possui", diz Moacir Carlos Sampaio Silva, coordenador da pós-graduação em Psicologia Social das Organizações do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo.
Comum nas organizações (quem é que nunca topou com um cara assim na empresa?!), esse profissional não passa dos limites apenas com os subordinados. Pares e até superiores são alvos de suas grosserias. E o pior é que quase sempre o raivosinho nem percebe que passou dos limites. "Ele se comporta assim porque não sabe fazer de outra forma. E tende a agir da mesma maneira tanto no ambiente profissional quanto nas suas relações familiares, afetivas e sociais", diz Moacir Carlos. Tanto homens como mulheres fazem parte desse time. A diferença é a forma como cada um se manifesta. Eles reinam no campo das indelicadezas verbais, não poupando termos pesados nem se preocupando em constranger publicamente sua vítima. "Elas não costumam levantar a voz e berrar palavrões. Mas em geral são ardilosas e sabem como colocar o funcionário para baixo com suas atitudes", diz a consultora de recursos humanos Stella Angerami, sócia-diretora da Counselling by Angerami, em São Paulo. Ela lembra que o jeito como um chefe joga o relatório na mesa do funcionário, como deixa de elogiar uma tarefa bem-feita ou dá um jeito de não ter tempo na agenda para comparecer a uma reunião com a equipe são formas de mostrar grosseria sem se exceder nas palavras.

CARREIRA EM RISCO
Há quem argumente que a pressão constante por resultados e a carga exagerada de trabalho, tão comuns no mundo corporativo, são responsáveis pelos acessos de cólera e desrespeito. Ok, isso pode até justificar uma explosão num dia mais difícil. Mas não pode virar rotina. "Quando os problemas gerados pelo temperamento difícil se tornam maiores do que os aspectos positivos da pessoa e o desempenho dela nos negócios, a carreira está sob alerta", afirma a headhunter Andréa de Paula Santos, responsável pela área de Executive Search da consultoria NeoConsulting, em São Paulo. Foi o que descobriu, na prática, o paulista Vagner Aguilar, de 34 anos, diretor de marketing da Bio Ritmo Academia, em São Paulo. Ele conta que nunca estava aberto ao diálogo e, quando algo não saía como queria, expunha os funcionários ao ridículo. A própria equipe reagiu e cobrou uma mudança de comportamento do chefe. E há cerca de um ano uma reformulação na empresa deixou claro que ali não havia espaço para gente grosseira como ele. "Percebi que não estava mais sendo chamado para participar de reuniões estratégicas porque sabiam que eu tinha pouco a acrescentar ao coletivo." Depois de um período de revolta por se achar vítima de perseguição, Vagner resolveu mudar. "Ainda tenho que melhorar, mas aprendi a me relacionar e percebi que ninguém faz uma empresa sozinho."

O publicitário Marcos Le Pera também caiu em si depois de perceber que amigos, parentes e funcionários estavam se afastando dele. "Com ajuda de meditação e filosofia, aprendi a canalizar minha agressividade para o bem. Em vez de surtar diante de um erro, por exemplo, ouço o que a pessoa tem a dizer." Sorte de Marcos e Vagner, que acordaram em tempo. Em alguns casos, as tais grosserias corporativas não só comprometem a carreira e as relações pessoais como vão parar no tribunal. "Toda manifestação de desrespeito pode virar um caso de assédio moral, desde que se torne repetitiva e evidencie a intenção de constranger ou humilhar", alerta o advogado Luis Felipe Tenório, do escritório Barbosa, Müssnich & Aragão, do Rio de Janeiro.

BOAS MANEIRAS CORPORATIVAS
Sete dicas sobre como você deve se comportar no ambiente de trabalho e evitar ataques de grosseria:

1. Imponha limites.
Há momentos em que vida pessoal realmente não pode se misturar com o trabalho. Você não pode descarregar seus problemas particulares nos colegas de trabalho.

2. Mude seu discurso.
Em vez de esbravejar algo como "Já disse isso mais de mil vezes", diga "Acho que não me expressei bem", por exemplo. Ou "Talvez eu possa te ajudar" no lugar de "Você não entende nada mesmo".

3. Peça desculpas.
Pode não resolver a questão, porém demonstra respeito e consciência do próprio erro. E, se o constrangimento que motivou o pedido de desculpas foi público, retrate-se também diante da equipe.

4. Conheça a equipe.
É preciso estar ciente das qualidades e limitações de cada membro para saber a quem delegar cada tarefa, evitando desentendimentos e constrangimentos, e otimizando a produção.

5. Aprenda a ouvir.
Um líder de verdade quer saber o que a equipe tem a dizer sobre sua liderança e como pode melhorar. Marque reuniões periódicas e cobre avaliação.

6. Respire fundo.
Quando perceber que está prestes a explodir no escritório, repita um exercício de meditação que ajuda a esvaziar a cabeça: pare tudo, tome fôlego e conte até 10.

7. Interaja.
Uma pausa para um café ou um bate-papo no corredor é uma ótima desculpa para se aproximar da equipe, trocar idéias com os colegas de trabalho e desanuviar a mente.


daqui: vocesa

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E a pergunta que não quer calar: alguém quer arriscar trabalhar com essa pessoa?

terça-feira, 17 de maio de 2011

Ignorância corporativa

Enquanto uma cientista social afirma que até pressão por resultado é assédio moral, um advogado nega a existência deste problema nas empresas

Lá está você começando um dia de trabalho quando seu "querido" chefe aparece cobrando um relatório qualquer. Se ele surge aos gritos, fica evidente que é um maluco e que você pode processá-lo por assédio moral. A Justiça brasileira tem dado ganho de causa a vários profissionais que passaram por isso. Agora, se o manda-chuva é irônico ou, menos que isso, faz uma cobrança mais incisiva, sem gritar, mas de cara feia, o que temos aqui: uma situação de assédio moral ou não? A questão é polêmica. Para responder a esta dúvida entrevistamos a cientista social Cátia Muniz e o advogado trabalhista Marcelo Batuíra, ambos de São Paulo. Confira a seguir.

"PRESSÃO POR RESULTADO É ASSÉDIO MORAL"

Cátia Muniz, 33 anos, cientista social, doutoranda na área de trabalho, política e sociedade da Unicamp (SP)

O que pode ser considerado assédio moral?
As discussões acadêmicas hoje têm ampliado o significado do assédio moral. O chefe gritar ou demitir nas férias e até o colega que pega no pé do outro controlando, por exemplo, o tempo de permanência no banheiro são questões passíveis de serem julgadas como assédio moral. O principal respaldo à acusação são os danos psicológicos que alguma ação dentro da empresa causa no colaborador. Assédio moral é, então, tudo que constrange, humilha e traz conseqüências psicológicas. Aliás, a pressão por resultados, dependendo de como a empresa a faz, também pode ser listada como tal.

Até onde a empresa pode ir sem correr o risco de ser acusada de assédio?
A empresa pode se prevenir valorizando mais o trabalhador. Deixar um pouco de lado a busca incessante por resultados e lembrar que, se estiver num bom ambiente de trabalho, o funcionário vai produzir mais. É necessário humanizar as relações no trabalho.

Como o trabalhador pode ser proteger?
As pessoas não sabem direito o que é assédio moral. Em uma das organizações em que faço minha pesquisa de campo, um trabalhador relatou várias situações que poderiam ser classificadas como assédio moral, mas ele não se deu conta disso. Há um desconhecimento geral sobre o assunto. A saída é se informar a respeito e conversar com os colegas sobre o tema. Assédio moral tem que virar assunto cotidiano.

"NÃO EXISTE ASSÉDIO MORAL NAS EMPRESAS"

Marcelo Batuíra, 35 anos, advogado trabalhista, que já deu parecer para 20 empresas a respeito do assunto

O que pode ser considerado assédio moral?
A lei não define o que é assédio moral. O correto é considerar a definição de coação do Código Civil, que é uma imposição feita sob ameaça de lesão. Mas quem a faz precisa se utilizar de uma atitude ilícita. Logo, se conclui que o assédio moral é uma contradição em si mesma. Não há como ameaçar alguém apenas "moralmente". É muito comum, assim, a confusão entre o que seria assédio moral e a mera pressão do trabalho, o que é absolutamente normal. Infelizmente, muitos juízes também acabam fazendo essa confusão.

Até onde a empresa pode ir sem correr o risco de ser acusada de assédio?
Não há muito como evitar esse risco, porque tal matéria não está regulada em lei. O que dá para um chefe fazer é evitar dar "broncas" por escrito. Deve fazer as advertências e "pressões" sempre a portas fechadas, ou seja, sem testemunhas, e não usar palavras de baixo calão ou ofensas pessoais. Por último, evitar vincular ordens de serviço ou trabalho com ameaças veladas em relação ao emprego. Se tiverem que demitir o empregado, que o façam sem avisar antes.

Como o trabalhador pode ser proteger?
Se proteger? Contra o quê? Não existe assédio moral, nem tecnicamente nem na prática.

fonte: voce s/a

terça-feira, 11 de janeiro de 2011

15 andares em 2 dias

A peãozada aqui deveria estar muito motivada para fazer tamanha proeza.
A companhia Broad Sustainable Builing construiu o novo Ark Hotel, de quinze andares, em menos de dois dias. Mais alguns dias foram necessários para os acabamentos. A estrutura é toda feita de ferro.

Além de terem direito ao Inemuri (coisa que eu não tenho! E se pudessem me deixar virado 5 noites seguidas, falariam que eu estava fazendo apenas minha obrigação!) O chefe deve ter falado que rolaria uma super promoção, ou que a peãozada iria ganhar não sei quantos porcento em cima da obra se feita em dois dias.
 
Tinha que ser coisa de japonês!
 



Só sei que meus chefes não podem saber disso, porque se já cago layouts no sistema fast-food, se ele se inpirar mandará eu fazer campanhas inteiras em um único dia.
Má vá!

Veja também: Inemuri

segunda-feira, 27 de dezembro de 2010

Falando com as paredes

Quem nunca trabalhou em uma empresa onde se era convocado para reuniões, falava-se, apresentava-se projetos e idéias e o filho da puta não dava a devia atenção ou respeito para o projeto apresentado?

Já trabalhei em uma agencia que interrompia o fluxo de trabalho 2 ou 3x por semana para perder-se (muito) tempo.




Só não reclame se um dia o ignorado lhe fizer isso!!!!

quinta-feira, 28 de outubro de 2010

Maus chefes = ataque cardíaco

As vezes me irrita esperar uma revista ou um jornal decente vir falar o ÓBVIO!

"Estudo revela que profissionais que respondem a maus chefes têm de 20% a 40% mais chances de sofrer ataque cardíaco #naVOCESAdestemês"
- via @vocesa -

Dica do Essa Vaga é Uma Piada:
1) Compre a revista;
2) Grife a matéria todinha com aquela marca-texto radioativa do escritório;
3) Deixe escancarada em cima da sua mesa e compre a briga!

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

Conclusões do Ex-Emprego

 Você só fica 100% de conciência traquila de que seu ex-emprego é regido por um grupo/bando/corja/família de fdp (e não você por abandonar o barco furado), quando vê que a pessoa que ficou no seu lugar - quando você pediu "a conta" - posta isso no twitter, facebook, orkut ou frases de msn:

- Menos um dia na semana... E que a sexta nao demore a chegar.
- Cansada de levar porrada!
- Sera que to quase saindo?


- SONHANDO COM UM EMPREGO MELHOR...



Ainda topo um motim por assédio moral!
Se precisar de testemunha CONTE COMIGO!


Veja também: Assédio Moral: vai deixar quieto? ; Aumento

sexta-feira, 17 de setembro de 2010

Aumento...

Aumento de salário?
Imagina! Isso é um OFENSA!!!!



Esse veio direto do É Triste Viver de Humor
(acompanhem o blog do Marcelo porque tem váááários cartoons relacionado às nossas indignações)

quarta-feira, 15 de setembro de 2010

Assédio moral: vai deixar quieto?


Esse é um assunto seríssimo!
Muitas pessoas já foram assediadas verbalmente no trabalho e não se manifestam (ou manifestaram) por medo de perder o emprego. Nessa história todos perdem: você, os parceiros, a empresa...

Você só ganhará caso venha a se manifestar e colocar esses agressores em seus devidos lugares!

Já passei por sufoco com assédio moral no trabalho e só depois que "pedi a conta" é que me dei conta o quanto pastei de cabeça baixa!

Eis alguns exemplos compartilhados por alguns de nossos leitores (são longos, dolorosos e chatos pra quem nunca passou por isso, mas não deixem de ver o vídeo no final. Informação FAZ BEM!):



1.) Trabalhei com uma vaca que um dia jurei que era amiga minha. Essa fez o maior furdunço para que eu enviasse meu currículo e portfólio para que pudesse trabalhar no mesmo departamento que ela. Fiz e entrei para a equipe.
Não demorou muito tempo para ela colocar as garras pra fora e começar com "Se vira!", "Não quero nem saber, o problema é seu", "Carrega aquela caixa ali."... meu cargo? Burro de carga? Saco de pancada? Nãããããão: designer colega! Minha função era fazer anúncios, catálogos, folders, material gráfico para os eventos da empresa...
DE-TA-LHE: Aquela porca gorda foi selecionada para me instruir como funcionava e como era a rotina do departamento, só que, aquele ser que sem dúvida não fazia sexo, assumiu o cargo de prepotente e humilhadora 2ª do departamento (o 1º era o gerente).

2.) Nessa mesma empresa e departamento, tinha um gerente que não tinha medo de morrer. Ele, ao invés de chamar o funcionário para conversar sobre alguma falha cometida, o desgraçado fazia todos do departamento pararem de fazer o que estavam fazendo para fazer uma rodinha em volta da mesa dele enquanto ele humilhava o cidadão em público. O argumento dele era que, fazendo isso, todos aprenderiam com o erro do parceiro de trabalho e não fariam o mesmo!
Detalhe: não se podia argumentar! Ele era o supremo dono da verdade e da razão - no mundinho dele né? Porque tanto fez que três meses depois que eu me demiti daquele inferno, o presidente despejou todos os funcionários e fechou aquela divisão do departamento de marketing.

3.) Em uma outra empresa - essa sem um pingo de estrutura e muita, mais muita maquiagem - a "patroa" resolveu abraçar um trabalho que não tinha como sustentar dentro de sua agencia. Mas o que? Deixar aquela grana passar? Nem fodendo!
Mostrando que o olho era muito maior que barriga (pior que era mesmo - fisicamente falando!), abraçou o job com as quatro patas e agora o urubu é de seus funcionários.
Com muito estresse e na base de muita pressão, muitos fins de semanas, feriados e horas extras foram comigo. Na frente do departamento de arte tinha uma suposta líder que adorava exibir sua cara gorda e rosa em premiações e festinhas como se fosse ela quem fizesse a coisa acontecer. Na verdade quando aquela cidadã não estava presente, o trabalho rendia muito mais, a energia do ambiente era outra (por mais corrida que fosse)...
Era só ela chegar, o ambiente carregava e era no mínimo engraçado ver os funcionários falando sobre algum assunto do trabalho, que ela vinha, repetia tudo no final depois de enrolar muito para que ficasse claro que "foi ela quem teve a idéia" e "foi ela quem mandou executar tal coisa".
O que tem de assédio moral nessa história?
Estávamos trabalhando 105% acima da capacidade, tendo nossas energias drenadas até a última gota. Enquanto literalmente morávamos na agencia, a dondoca que deveria gerencias sua equipe chegava quase 12hs e saia no máximo as 19hs, enquanto os funcionários entravam cedo e quando saiam de lá, já passava das 23hs. PRA AJUDAR ela não queria saber se íamos conseguir ou não e sabe o que eram os pensamentos dela sobre isso:
- Fodam-se se vocês estão cansados e acabados: a obrigação de vocês é terminarem isso no prazo;
"Deu problema com relação ao prazo de entrega": - NÃO QUERO NEM SABER! O PROBLEMA É DE VOCÊS!

...

4.) Meu negócio é única e exclusivamente mexer com vídeo e falar com fornecedores de elementos para a produção dos mesmos. Sobra pra mim ser meio que um trafego dentro da empresa. De repente pinta um trampo que tinham que acompanhar um ensaio fotográfico para um catálogo "X", e, ao invés da chefia pegar alguém da área de dentro da empresa ou chamar um profissional para um freela para acompanhar o tal trabalho, os cooooooooornos me arrancam da minha cadeira e pedem para eu acompanhar e monitorar o bendito trabalho!!!
Logo eu, que tiro fotos com minha cybershot e acho tudo muito lindo, tive que AVALIAR as fotos de um fotografo profissional.
Cada clique que ele dava era uma aprovação minha. Depois eu escutava a chefia CACAREJANDO falando que as fotos estavam uma MERDA e que eu não estava fazendo o MEU TRABALHO direito...

PUTAQUEOPARIU!
Meu trabalho era de mexer com vídeos! Porque não chamaram o diretor de arte ou criação para acompanhar aquela merda?
Pra cooperar com o assédio moral, a chefia falou tanta bosta que até alguns parceiros de trabalho passaram à acreditar que a culpa era minha e não de meus superiores que quiseram pegar um trampo que não tinha profissional da área disponível para acompanhar o tróço!


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Para não matar vocês de tédio, contarei outros cases meus e de leitores em outros posts.
Agora compartilho com vocês um vídeo do programa da Ana Maria (não assisto isso e achei por acaso, okay?!) onde eles explicam muita coisa sobre ASSÉDIO MORAL.
Muitos de vocês devem ter passado por isso e perderam a oportunidade de FODER com a vida do filhodapu** que fez da sua rotina diária um INFERNO!

Veja: