terça-feira, 7 de junho de 2011

VAGA - assistente que deve fazer muito mais que o chefe

daqui: trampos

Circulando com classe

Booooa! Só esqueceram de citar o quanto atrapalha o fluxo de trabalho aquelas pessoas ocupadíssimas que ficam circulando de cinco em cinco minutos atrás de você checando o seu trabalho, quando não o maluco levanta da cadeira dele e vai negociar (aos berros) com clientes e fornecedores BEM NA SUA ORELHA!

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Circulando com classe

Você vai usar muito as áreas de circulação da empresa. Por isso mesmo, use direito

Tenho notado tanta falta de pequenas gentilezas no ambiente empresarial que, fosse eu um Corbusier ou o genial Oscar Niemeyer, antes de qualquer projeto arquitetônico, pediria a ficha comportamental de todos os futuros usuários de minha obra. Assim, cabem aqui alguns lembretes que são, sim, regras de circulação e devem ser observadas por todos:

NO ELEVADOR ­- Entre, cumprimente a todos os presentes, sinalize seu andar ao ascensorista, se houver, e... zíper na boca. Só vale a continuidade do papo se você e o colega estiverem sozinhos -- o que eu duvido que aconteça. Ah! E qual é a posição mais adequada para se assumir num elevador? De frente para a porta, e não grudado às paredes como uma lagartixa, ok?

NAS PORTAS GIRATÓRIAS -­ A preferência deve ser sempre de quem sai, mas quando a circulação de pessoas é muito grande, vamos combinar: alterne sempre -- alguém entra e alguém sai porque, assim, nenhum dos lados tem de esperar uma eternidade e é um arranjo mais equilibrado para quem está chegando e para quem está deixando o edifício também.

NAS ESCADAS -­
Quem tem o equilíbrio mais comprometido, aquele que desce ou aquele que sobe as escadas? É lógico que quem desce corre mais riscos. Assim, a preferência é de quem desce: cruzou com alguém descendo, ocupe a parte mais estreita dos degraus e, quando estiver mais próximo da pessoa, pare de se movimentar e deixe que ela cruze consigo na escada com mais segurança.

NAS ENTRADAS E SAÍDAS
-­ O nome já lhe deveria ser esclarecedor: é um espaço que foi feito para entrar ou sair do prédio onde você está. Encontrou um amigo que trabalha em outro andar e que há muito você não via? Bata o papão de vocês e coloque os assuntos em dia longe dos locais de circulação. Nada é mais desagradável do que querer entrar ou sair de algum lugar e ter de pedir licença àquela turma de insensíveis sociais que agem como se o espaço, o prédio e o mundo pertencessem somente a eles.

NO BANHEIRO ­- Esse não é exatamente o seu banheiro, mas é de todos os que partilham aquele espaço com você, visitantes, inclusive. Portanto, vamos combinar: use seu fio dental com discrição e jamais faça dele uma catapulta arremessadora de resíduos; após a escovação dental, não se esqueça de enxaguar a pia e deixá-la impecável para o próximo usuário; penteie seus cabelos e remova aqueles fios que eventualmente caírem; vasos sanitários têm tampa e assento -- se existe a tampa é um enorme indicador de que ela deve permanecer sempre abaixada.

daqui: voces/a

sexta-feira, 3 de junho de 2011

Férias do chefe

O chefe vai prazoropa da vida, curtir comida e música boa e deixa os funcionário largado... dá nisso!

Quando a gente grita: BINGOOOOOO!

 Recebi outro dia um job de alteração do atendimento:

“Favor deixar os números em caixa alta”

O que a gente faz? Mata?


daqui: pioresbriefings

Para que a gente trabalha mesmo?

- Pai, brinca comigo?
- Agora não posso, filhinha.
- Por que não pode, paizinho?
- Tenho de trabalhar, filha. Para ganhar dinheirinho.
- Para que serve o dinheirinho, paizinho?
- Para comprar coisas para você, para mamãe, para a nossa casa...
- Que coisas, pai?
- Ah, filhinha, coisas como brinquedos, para você brincar...
- Mas pai, eu quero brincar é com você!





daqui: etristeviverdehumor

ALTERAÇÃO - A AGÊNCIA MAIS BONITA DA CIDADE

Canto e danço em cima da cadeira essa melodia!
Só não estou nú porque tá frio pracaraleo!


Acompanhem!

Notaram que vira e mexe compartilho com vocês conteúdos publicados na VOCÊ S/A.
São fantásticos e lá você encontra diversos assuntos ligados ao mundo corporativo. Vale muito a pena acompanhar!

Grosseiro, não

Se você faz o tipo chefe estúpido, saiba que os ataques de diva podem comprometer sua carreira


O publicitário paulista Marcos Le Pera, de 41 anos, era um terror na empresa. Presidente da Le Pera Propaganda, em São Paulo, ele quase nunca estava disponível para os funcionários e, quando se dirigia a alguém, freqüentemente vinha artilharia pesada. Com freqüência ele gritava com a equipe e humilhava os profissionais -- que morriam de medo de chegar perto dele! Marcos encarnava o típico grosseiro corporativo, aquele profissional incapaz de respeitar o próximo, sem educação, que trata todo mundo mal. "São pessoas que geralmente agem como se estivessem no controle da situação, para camuflar a dificuldade de lidar com seus desajustes pessoais, como o medo da competição no trabalho ou a visão distorcida do poder que possui", diz Moacir Carlos Sampaio Silva, coordenador da pós-graduação em Psicologia Social das Organizações do Instituto Sedes Sapientiae, em São Paulo.
Comum nas organizações (quem é que nunca topou com um cara assim na empresa?!), esse profissional não passa dos limites apenas com os subordinados. Pares e até superiores são alvos de suas grosserias. E o pior é que quase sempre o raivosinho nem percebe que passou dos limites. "Ele se comporta assim porque não sabe fazer de outra forma. E tende a agir da mesma maneira tanto no ambiente profissional quanto nas suas relações familiares, afetivas e sociais", diz Moacir Carlos. Tanto homens como mulheres fazem parte desse time. A diferença é a forma como cada um se manifesta. Eles reinam no campo das indelicadezas verbais, não poupando termos pesados nem se preocupando em constranger publicamente sua vítima. "Elas não costumam levantar a voz e berrar palavrões. Mas em geral são ardilosas e sabem como colocar o funcionário para baixo com suas atitudes", diz a consultora de recursos humanos Stella Angerami, sócia-diretora da Counselling by Angerami, em São Paulo. Ela lembra que o jeito como um chefe joga o relatório na mesa do funcionário, como deixa de elogiar uma tarefa bem-feita ou dá um jeito de não ter tempo na agenda para comparecer a uma reunião com a equipe são formas de mostrar grosseria sem se exceder nas palavras.

CARREIRA EM RISCO
Há quem argumente que a pressão constante por resultados e a carga exagerada de trabalho, tão comuns no mundo corporativo, são responsáveis pelos acessos de cólera e desrespeito. Ok, isso pode até justificar uma explosão num dia mais difícil. Mas não pode virar rotina. "Quando os problemas gerados pelo temperamento difícil se tornam maiores do que os aspectos positivos da pessoa e o desempenho dela nos negócios, a carreira está sob alerta", afirma a headhunter Andréa de Paula Santos, responsável pela área de Executive Search da consultoria NeoConsulting, em São Paulo. Foi o que descobriu, na prática, o paulista Vagner Aguilar, de 34 anos, diretor de marketing da Bio Ritmo Academia, em São Paulo. Ele conta que nunca estava aberto ao diálogo e, quando algo não saía como queria, expunha os funcionários ao ridículo. A própria equipe reagiu e cobrou uma mudança de comportamento do chefe. E há cerca de um ano uma reformulação na empresa deixou claro que ali não havia espaço para gente grosseira como ele. "Percebi que não estava mais sendo chamado para participar de reuniões estratégicas porque sabiam que eu tinha pouco a acrescentar ao coletivo." Depois de um período de revolta por se achar vítima de perseguição, Vagner resolveu mudar. "Ainda tenho que melhorar, mas aprendi a me relacionar e percebi que ninguém faz uma empresa sozinho."

O publicitário Marcos Le Pera também caiu em si depois de perceber que amigos, parentes e funcionários estavam se afastando dele. "Com ajuda de meditação e filosofia, aprendi a canalizar minha agressividade para o bem. Em vez de surtar diante de um erro, por exemplo, ouço o que a pessoa tem a dizer." Sorte de Marcos e Vagner, que acordaram em tempo. Em alguns casos, as tais grosserias corporativas não só comprometem a carreira e as relações pessoais como vão parar no tribunal. "Toda manifestação de desrespeito pode virar um caso de assédio moral, desde que se torne repetitiva e evidencie a intenção de constranger ou humilhar", alerta o advogado Luis Felipe Tenório, do escritório Barbosa, Müssnich & Aragão, do Rio de Janeiro.

BOAS MANEIRAS CORPORATIVAS
Sete dicas sobre como você deve se comportar no ambiente de trabalho e evitar ataques de grosseria:

1. Imponha limites.
Há momentos em que vida pessoal realmente não pode se misturar com o trabalho. Você não pode descarregar seus problemas particulares nos colegas de trabalho.

2. Mude seu discurso.
Em vez de esbravejar algo como "Já disse isso mais de mil vezes", diga "Acho que não me expressei bem", por exemplo. Ou "Talvez eu possa te ajudar" no lugar de "Você não entende nada mesmo".

3. Peça desculpas.
Pode não resolver a questão, porém demonstra respeito e consciência do próprio erro. E, se o constrangimento que motivou o pedido de desculpas foi público, retrate-se também diante da equipe.

4. Conheça a equipe.
É preciso estar ciente das qualidades e limitações de cada membro para saber a quem delegar cada tarefa, evitando desentendimentos e constrangimentos, e otimizando a produção.

5. Aprenda a ouvir.
Um líder de verdade quer saber o que a equipe tem a dizer sobre sua liderança e como pode melhorar. Marque reuniões periódicas e cobre avaliação.

6. Respire fundo.
Quando perceber que está prestes a explodir no escritório, repita um exercício de meditação que ajuda a esvaziar a cabeça: pare tudo, tome fôlego e conte até 10.

7. Interaja.
Uma pausa para um café ou um bate-papo no corredor é uma ótima desculpa para se aproximar da equipe, trocar idéias com os colegas de trabalho e desanuviar a mente.


daqui: vocesa

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E a pergunta que não quer calar: alguém quer arriscar trabalhar com essa pessoa?

quinta-feira, 2 de junho de 2011

A vida que não quero levar

Dormir no trabalho? Se tenho minha casa cheirosa, minha cama quentinha e gente que gosta e preza pela minha saúde e bem estar?
NUUUUUUUUUUUUUNCA!



















daqui: acidcow

OIT alerta sobre discriminação no mercado de trabalho

(essa vai para os amigos que se frustam demais aqui no Braza e resolvem tentar a sorte por conta própria na gringa, onde tudo parece ser descente, menos a sua origem)
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A Organização Internacional do Trabalho (OIT) fez um alerta sobre os diversos tipos de discriminação enfrentados por imigrantes que buscam oportunidades de trabalho em países desenvolvidos. As diferenças de tratamento, segundo especialistas, incluem salários mais baixos para as mulheres, exigências de testes de HIV/aids e dificuldades para o ingresso de idosos.

A advertência é destaque no Relatório Global sobre a Igualdade no Trabalho de 2011, divulgado na última segunda-feria, em Genebra, na Suíça. O documento foi elaborado com base em informações de 169 países, dos 183 que integram a OIT.

O diretor-geral da OIT, Juan Somavia, afirmou que aumentam as queixas sobre diferenças de tratamento e salário entre imigrantes e nacionais. Para Somavia, é fundamental que os líderes políticos adotem medidas para conter essas ações. "A resposta certa é combinar políticas de crescimento econômico com políticas de emprego, proteção social e direitos no trabalho, permitindo aos governos, aos parceiros sociais e à sociedade civil que trabalhem juntos incluindo mudanças de atitudes por meio da educação", disse Somavia.

Porém, no relatório, os especialistas indicam que a ausência de dados confiáveis também atrapalha a análise precisa do que ocorre no mundo envolvendo a mão de obra de imigrantes. No entanto, os peritos comemoraram a redução das diferenças de tratamento entre gêneros - embora os homens ainda sejam maioria no que se refere aos melhores salários.

No relatório, os especialistas mencionam os principais problemas envolvendo o mercado de trabalho mundial. Uma das principais queixas é o assédio sexual que atinge, em geral, mulheres independentes financeiramente, embora as imigrantes estejam no foco, segundo a pesquisa.

Também há referências de denúncias de racismo, em geral, atingindo imigrantes da África e Ásia, além de povos indígenas e minorias étnicas. Os especialistas advertem ainda que há discriminação por orientação religiosa, em geral, em empregos do setor público.

Segundo o relatório, as pessoas com o vírus HIV/aids também são alvo de discriminação, pois há empregadores que as obrigam a fazer testes para identificação da doença. Há, ainda, reclamações por discriminação por idade - os mais velhos afirmam que sofrem preconceito na hora e de pedir emprego.

daqui: terra

Capacitação do funcionário

Pra quê "gastar" dinheiro com isso né?


Depois que SUA empresa vai à falência, não culpe o "mano" do funcionário por conta do seu escorpião no bolso.

Desculpae a ausência

Graças ao Google e suas confirmações de conta ativadas "não"-ativadas ficamos um tempo fora!

Acho que é sabotagem...