terça-feira, 30 de agosto de 2011

Drama de publicitário

VAGA - Jornalista




"_ _ _ _ #sp busca JORNALISTA. recém-formado. exp. em economia e finanças. texto impecável e pró-ativo. r$ 1200. cvs p/ kleber@_ _ _ _.inf.br"

O que tem de errado nesse anúncio? AHN????




.

Realidade do profissional de Mídia em agência pequena

Hoje temos participação especial dos leitores.
Sofram com o case da Priscila, profissional de mídia:

___________________________________________

Oi pessoa ou pessoal do "Eh uma piada"!
Eu adoro o site!!!!!!!!!! Me divirto muitoooo lendo... e hoje gostaria de compartilhar com vcs uma realidade do profissional de Mídia de agência pequena.

Essa situação aconteceu numa reunião com o cliente: 

Cliente:
“Nós temos um percalço com a imagem da empresa devido à um problema de comunicação gerado por um erro nosso. Queremos com esta campanha marcar presença na web, e também,  e tirar um pouco essa imagem…
Quanto temos de verba? Deixe-me ver….
hmmm…


(pensando)

já sei…
temos 10k mensal, é um desafio e tanto ein?”
 ...

HA-HA! Que clientinho mais engraçado...

Momentos depois da reunião…
“Aí mídia, vamos ter que ter bastante negociação nesse job pra rentabilizar a verba do cliente ein?”

É um prostíbulo... de verdade!

Tenho a sensação de que qualquer dia em uma dessas reuniões agradabilíssimas algum cliente ou VP... vai chegar em mim e dizer "ai gata, quanto é meia hora do seu trabalho? quero que meu plano de mídia tenha uma boa penetração com frequência alta!"

Se melhorar estraga!

Pode divulgar  meu nome... num to nem aí!

Beijos =*
Priscila Rocha

segunda-feira, 4 de julho de 2011

VAGA - Personal Trainer

"IMPRESSINDIVEL TER EXPERIENCIA COM FITNESS OU SUPLEMENTOS ALIMENTARES.COLOCAR PRETENÇÃO SALARIAL" 

- Anúncio para vaga de Redator na _ _ _shoes -


Ofença para iniciar a semana

Você, pobre designer filho de uma puta, tirou grana do rabo para pagar seus 4/5 anos de faculdade, vendeu o corpo para dar continuidade em uma pós graduação direcionada à sua área (design), chega na porra daquele muquifo que você tem que chamar de emprego, e antes mesmo das 10 horas da manhã escuta a seguinte frase daquela toupeira gananciosa que você chama de chefe:

- Ô Gelarldo, sabe aquela arte que você fez na sexta-feira? Então, a médica que não sabia o que queria mostrou as duas opções de arte para O FILHO DELA que está ES-TU-DAN-DO DESING para ele avaliar. Logo, não dê continuidade nas outras peças. Vamos aguardar o retorno deles.


OB-SER-VA-ÇÕES: 

1- O trabalho executado na sexta-feira foi mais um job abraçado em carater de EMERGÊNCIA (urgência não existe mais nessa joça, quem dirá, um trabalho com um cronograma planejado);

2- PRA AJUDAR A PROSTITUIÇÃO DA MINHA ALMA AO SATANÁS, o DES-GRA-ÇA-DO do meu chefe é tão cego por dinheiro que INCAPAZ (essa palavra define MUITO a estrutura deste local) de defender OS SERVIÇOS DA PRÓPRIA EMPRESA, ou seja, ao invés dele vestir a camisa da própria empresa e falar "Ô delícia! A minha empresa seleciona profissionais competentes já graduados e com um bom tempo de experiência na área, por favor, não diga mais uma coisa dessa q vc ofende o trabalho que executamos aqui.", o PUTO que se vende de qualquer jeito simplesmente manda um OK para o ES-TU-DAN-TE de design;

3- Se o filho daquela puta é bom o suficiente para criticar o trabalho de um profissional graduado e experiênte mesmo AINDA ES-TU-DAN-DO design, porque o desgraçado não cola aquela bunda de auxiliar de estagiário em uma cadeira e faz a merda da campanha?




É isso aí, segunda-feira! Me molesta e me assedia logo de cara!

quinta-feira, 30 de junho de 2011

A triste realidade dos formandos

Fato!

 daqui: capinaremos

Mulher é filmada dentro de banheiro de empresa

BBB comendo solto nas empresas

Ah não! Agora você não vai me dizer que esse mundo não tá tudo torto, neurótico, cheio de gente safada e, no mínimo, tarada?
Vê se não é pra se ter mania de perceguição dentro de algumas empresas?
Já trabalhei num lugar onde o gordo do chefe usava o sistema de cameras de segurança para dar zoom no computador de seus funcionários e ver o que eles estava fazendo - e era só isso que aquele imbecíl ia fazer lá.

Segurança é uma coisa, agora como você consegue trabalhar em uma empresa que espalha cameras por todo o perímetro do escritório transformando o funcionário em um suspeito vigiado o dia inteiro, incansávelmente?

E OLHA A MERDA QUE ESSA IMOBILIÁRIA (VIANA) FEZ!!!!!!!!!



Mulher é filmada dentro de banheiro de empresa em São Caetano
Empresa teria tentado camuflar a situação retirando a câmera e apagando as imagens


Uma funcionária de uma imobiliária ficou constrangida após uma gravação dela dentro do banheiro ser exibida para toda a empresa, em São Caetano no Sul, na Grande São Paulo. As imagens foram capturadas por uma câmera de segurança instalada no teto do banheiro feminino.

A mulher, que é recepcionista, só descobriu que estava sendo filmada por acaso, porque as imagens passaram pelos monitores da imobiliária. O caso foi parar na delegacia da cidade. Outras duas funcionárias da imobiliária também registraram boletim de ocorrência.

Segundo as funcionárias, a empresa teria tentado camuflar a situação. O equipamento e o fio foram retirados do local e as imagens apagadas do sistema. O teto do banheiro foi consertado.

A administradora da empresa disse que houve um erro na instalação do equipamento, que serviria para a segurança do local.

O advogado da mulher irá entrar com uma ação indenizatória na Justiça.

Assista ao vídeo no link
daqui: notícias r7

Se eu fosse essa mina arrancava as calças desses larápios sem vergonhas!
Imagina que uma camera seria colocada DENTRO - DO - BANHEIRO sem querer. Não tem lógica NENHUMA, mesmo porque assim que ligassem o sistema notariam que tem a porra de uma privada estampada na tela. Porque mantiveram?
E pra assumir que foram safados, quando o B.O. rolou, sairam correndo arrancar o tróço e ainda por cima MAQUIAR O LOCAL ONDE A CAMERA ESTAVA INSTALADA!!!!

Abaixo á safadeza no ambiente de trabalho!
Joga esses caras na justiça !!!!

segunda-feira, 27 de junho de 2011

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Relação do Chefe com sua secretária

Reforcemos que isso não acontece só com as secretárias. A coisa mais normal do mundo é ouvir da boca de lixo deles "Oooo Craudio, vai viajar no feriado prolongado?".





daqui: cogumelolouco

terça-feira, 21 de junho de 2011

Sobre o Merda que trabalha na sua agência

img daqui
Durante uma época trabalhei numa agência onde tinha um funcionário que – parafraseando o personagem criado pelo genial Marcelo Mainsfield – era o Sr. Merda. Aliás, quando entrei lá o cara era só um gerente, mas pouco tempo depois se tornou diretor. Sem experiência, num cargo de notoriedade, com um ótimo salário e poderes (quase) absolutos sobre diversos departamentos. E se você acha que essa era apenas a minha opinião tá enganado. Quase todos os funcionários (e até mesmo alguns diretores) concordavam com isso. E mesmo assim ele permanecia lá: Fazendo muita cagada e deixando para os outros limpar. A parte engraçada (se é que tem uma) é que ele não se achava um merda! Pelo contrário: Gostava de andar de peito estufado para lá e para cá, falando para todos sobre quão bom ele era nisso e naquilo. Um conhecedor de tudo. Um tipo de “messias da comunicação”.

Eu, sem entender, comentava com amigos sobre as enrascadas que caía para resolver a falta de competência do sujeito, e todos me diziam: “- Pô, na minha agência tem um cara igual e passo pelos mesmos problemas”. Mas será que toda a empresa tem essa carta na manga? Um funcionário que acaba se destacando (será?) entre os outros, mesmo sendo aquém que a média?

Eu não sei.

Um amigo (CEO de agência) me deu a seguinte opinião: “- Normalmente os caras bons recebem propostas que as agências não conseguem – ou normalmente não querem – cobrir e eles vão embora. Já os mais superficiais ficam, pois precisam do emprego, e anos depois são bem vistos (graças a pseudo-fidelidade e ao conhecimento adquirido depois de tanto tempo fazendo a mesma coisa). Se torna o cara que “nunca largou a empresa”, que “entende de todo o processo” e que “inspira confiança” pro chefe. Pronto! Vira diretorzão.”

Outra teoria que ouvi é que, para algumas empresas, é bom ter um cara assim. Normalmente eles são tradicionais e relutantes com as novas idéias. São adeptos da “fórmula que já funciona”. E isso segura a molecada que chega mordendo mesa e com vontade de revolucionar o mundo. A empresa fica em uma zona de conforto, não se arrisca muito e mantém o negócio caminhando. Devagar e sempre.

Mas particularmente não tomei partido. Discordo que (todo) funcionário com tempo de casa é fraco. Generalizar é sempre uma merda. Da mesma forma, não acredito que toda empresa quer ser tradicional. Afinal, não é revolucionando e buscando melhorias em produtos e serviços que elas se mantém vivas!? Anyway: Embora o Sr. Merda da minha história tenha me causado péssimas noites de trabalho na agência, limpando bosta dos corredores, prefiro acreditar que eles não passam de casos pontuais nas empresas. E que ainda assim, nos dão a possibilidade de ir além.

Primeiro, por uma questão pessoal: Provar para si mesmo que seu trabalho tem qualidade e profundidade suficiente para ir além do que determinaram para (leia-se: limitaram) você. Segundo, por uma questão ética: Fazer com que o Sr. Merda aceite e reconheça que suas idéias realmente propõem soluções inovadoras, sem passar por cima dele. E por último, por uma questão de trabalho em equipe: Não é porquê o Sr. Merda é ruim em uma coisa (e até já te prejudicou por isso), que ele é ruim em tudo. Às vezes ele é fraco pra criar, mas pode ser bom para gerenciar, ou para defender idéias… para administrar problemas. Quem sabe?

Sempre acreditei que é possível tirar proveito de todas as situações. E, como já disse Pitagoras, “O Universo é uma harmonia de contrários”. Então… pra que lutar contra a maré, se é possível remar, acrescentar e aprender com ela?

E pra quem nunca viu o Sr. Merda de verdade, vale a risada. :)

daqui: B9

segunda-feira, 20 de junho de 2011

Aguardando resposta sobre minhas férias

No caso esse sou eu aguardando o retorno da chefia par tirar minhas férias.
Nunca foi tão difícil tirar férias!!!!






 Já o que eles me pedem é tudo pra ontem, né?
Pastelaria!

sexta-feira, 17 de junho de 2011

Políticas e Práticas - Assédio moral | A explosão do 0800

Empresas investem cada vez mais em canais de diálogo, como ouvidorias, para combater a enxurrada de denúncias de comportamentos inadequados no trabalho


ilustração: Nata Metlukh
Funcionando há pouco mais de um ano, a ouvidoria da AeC, empresa mineira de informática, com 14 000 funcionários, recebe cerca de 430 reclamações e sugestões a cada mês. Uma delas, a de um funcionário da área de contact center que reclamava das condições de trabalho, se mostrou preocupante. A ouvidoria apurou que a desmotivação do empregado não vinha do trabalho, mas das frequentes humilhações que sofria de seu chefe imediato.

“A vítima estava tão fragilizada que nem conseguia identificar a origem de seu descontentamento”, segundo apurou a ouvidoria da AeC. Quando os maus-tratos do gestor foram comprovados, ele foi demitido. Do episódio, ficou a iniciativa da AeC em criar o programa de aconselhamento “Fale, estou te ouvindo!”, com o objetivo de conscientizar chefes e subordinados sobre o assédio moral e desestimular abusos. A exemplo da AeC, cada vez mais empresas estão criando canais de diálogo, com ouvidorias e telefones 0800, para acolher denúncias de comportamento inadequados.

Uma maneira de combater e de se proteger contra o aumento de casos configurados como assédio moral que vão parar na Justiça no Trabalho. Dados do Ministério Público do Trabalho da 2ª Região, que abrange a Grande São Paulo, revelam que as autuações para investigação de denúncias de assédio moral no trabalho chegaram a 216 no ano passado, só abaixo do número recorde registrado no ano anterior (220).

Somente o Tribunal Superior do Trabalho julgou 656 processos de assédio moral em 2010, 44% a mais do que no ano anterior. Além das denúncias, cresceu o número de acordos trabalhistas: foram alcançados 32 Termos de Compromisso de Ajustamento de Conduta (TAC) no ano passado, o dobro de 2009. Ao assinar um TAC, a empresa se compromete a adotar providências destinadas a eliminar e prevenir atos de assédio em seu ambiente de trabalho.

São fixados prazos para regularização, com acompanhamento e fiscalização. Caso a companhia não aceite firmar o TAC, o procurador pode ajuizar uma ação civil pública. No ano passado, foram ajuizadas sete ações civis de casos de assédio moral no trabalho na Grande São Paulo.

Fala que eu te escuto
Como consequência do aumento dos processos e dos acordos trabalhistas, as empresas se veem pressionadas a investir em canais de comunicação que ajudem a resolver problemas comportamentais antes que o caso vá parar na Justiça — e o rombo financeiro seja inevitável. Entre as 150 melhores empresas para trabalhar, publicadas no Guia VOCÊ S/A-EXAME, o número de ouvidoria cresceu de 107, em 2008, para 112 no ano passado.

Em janeiro deste ano, foi a vez dos principais bancos do país (Bradesco, Itaú, Santander, HSBC, Citi, Votorantim, Safra, BIC Banco e Caixa Econômica Federal) firmarem um acordo com os bancários para combater os casos de assédio moral. Os empregados dessas instituições passarão a ter, nos locais de trabalho e no sindicato, canais de comunicação para denunciar anonimamente os episódios de humilhação sofridos por subalternos.

Um acordo necessário e inteligente, visto que os bancos são os maiores alvos de denúncias desse tipo. Bradesco e Santander, por exemplo, já foram condenados a pagar gordas indenizações por abusos morais a ex-funcionários. Apesar de fora do acordo, o Banco do Brasil também conta com uma ouvidoria interna para tratar do assunto. “Temos visto uma melhora considerável com as ações da ouvidoria interna de mediação de conflitos e busca da melhoria do clima organizacional”, diz José Roberto Mendes do Amaral, gerente executivo da diretoria de relações com funcionários do Banco do Brasil.

As investigação de denúncias de abusos no banco são feitas pela ouvidoria interna, que consulta as equipes locais sobre o histórico de clima organizacional e dos profissionais. Os grupos que cuidam do clima organizacional da localidade são as Equipes de Comunicação e Autodesenvolvimento (Ecoa), enquanto as gerências de gestão de pessoas se encarregam da averiguação do histórico profissional do denunciado.

Quando a reclamação é procedente, o caso é levado para o comitê estadual da ética, composto por funcionários locais e pela gerência de pessoal. “O funcionário acusado pode receber sanções que vão desde a perda de comissão, advertências e até demissão”, afirma Amaral. Nos casos mais leves, o acusado é encaminhado para treinamentos internos.

Paralelamente, as gerências de pessoal realizam pesquisas periódicas de clima organizacional no local onde ocorreram as denúncias. “Às vezes, o próprio acusado percebe que precisa de ajuda”, dizAmaral. O banco não divulga o número de casos de assédio registrados, mas afirma que eles estão diminuindo a cada ano. “Em uma empresa com 110 000 colaboradores, há todo tipo de temperamento e comportamento”, diz Amaral.

Para o executivo, o discurso dos acusados de que eles precisam cobrar metas e resultados da equipe não justifica o assédio moral. “O banco não discorda das cobranças, e sim da forma como elas são feitas”, diz. “O gestor precisa saber fazer isso com todo o respeito e sem praticar assédio moral ou qualquer desvio de conduta comportamental.”

Instrumento de apoio

Na AeC, o combate aos focos de assédio moral foi reforçado com a criação da ouvidoria e do código de ética interno a partir de outubro de 2009. Elaborado com a ajuda da ouvidoria, o código possui recomendações como responsabilidade, gentileza e respeito, essenciais a um comportamento civilizado nas organizações. As denúncias de assédio, no entanto, só ganharam força com a criação do programa “Fale, estou te ouvindo!”.

O colaborador foi incentivado a procurar a ouvidoria com a garantia de sigilo e de que todas as denúncias seriam apuradas. “Somente quando o funcionário teve tranquilidade para nos procurar é que fomos detectando vestígios de assédio moral”, diz Monica Figueiró, ouvidora da AeC. “Em um ano, descobrimos três casos em que as pessoas envolvidas foram desligadas”, afirma.

Na seguradora MetLife, das sete denúncias de comportamentos inadequados recebidas em 2010, um terço se referia a assédio moral, segundo o diretor de recursos humanos da empresa, Jair Pianucci. “São casos isolados. O funcionário entra consciente de que precisa respeitar o código de ética”, afirma. A MetLife possui quatro canais de comunicação com os empregados para receber denúncias de violações aos códigos de ética e compliance.

São dois telefones 0800 e dois endereços eletrônicos tanto no Brasil como na matriz da companhia, nos Estados Unidos. Se o colaborador quiser ligar direto para a matriz norte-americana, haverá intérpretes de português do outro lado da linha. Para o diretor da MetLife, o tema assédio moral deve fazer parte da cartilha de comprometimento ético da companhia.

O código de conduta da empresa é padronizado nos 60 países em que atua, mas tem conteúdo local próprio, que se sujeita às leis locais. Há capítulos que tratam dos assédios moral e sexual e de toda ordem, e anualmente os 700 colaboradores brasileiros devem dar ciência do conteúdo do código. “Onde há um processo sério para tratar do assunto, o volume de incidência é baixo, e vice-versa”, diz Pianucci.

O combate ao assédio moral depende de uma ação firme da cúpula da companhia. Para a médica do trabalho Margarida Barreto, coordenadora nacional da Rede Nacional de Combate à Violência Moral do Trabalho (Redecom-VMT), o compromisso com o relacionamento prof issional sadio deve partir da alta administração. “É preciso deixar claro para todos os trabalhadores, do alto da hierarquia ao chão de fábrica, que não se tolera o uso da força para práticas autoritárias no ambiente de trabalho.

daqui: voces/a